Apenas mais um blog,igual a/e tão mau como tantos outros...Mas este é o meu!
Qualquer conspiração/opinião/transmissão aqui presente poderá ser pura ficção.
Não acreditem em tudo...
As opiniões e textos são praticamente todos meus, minha opinião, minha vida e só acredita quem quer!
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Balanço(s)...

Devemos preferir o verdadeiro inferno a um falso paraíso... 

"Only the tame birds have a longing. The wild ones fly."

Daniel Gildenlöw



Primeiro blog do ano...inspiração redobrada. Apenas elementos soltos que todos juntos formarão um quase...
Segue a escrita....
É da natureza do ser humano ser algo limitado na sua capacidade de visão crítica de algumas coisas que não lhe são "queridas"... 
Talvez alguns de nós tenham esse discernimento mais desenvolvido do que outros, não faço a mínima ideia... 
O que eu sei é que sou muito bom a encontrar "defeitos" nas coisas e admito: isso costuma deixar-me aborrecido. 
Tenho quase a certeza absoluta de que quando eu for mais velho, vou ser um daqueles velhotes chatos e rezingão que vai reclamar de tudo. 

Geralmente os meus "fantasmas" pessoais costumavam-me atacar sem períodos certos desde há alguns anos. 
Mas este ultimo ano, um ano que poderia ser considerado "maléfico" e inclusive terrível para mim, e para os que ainda me rodeavam, acabou por ser um ano calmo e extremamente generoso no campo pessoal, mesmo que no campo profissional cada vez mais eu trema, o que já nem me assusta nada, o que depreendo que é apenas mais uma "conspiração" para me surpreender... 

Não tem existido "fantasmas"...e sei que aos poucos eles se vão. 
Perfeitamente normal...o passado rege também o futuro, é realmente este um ponto que eu creio que deveríamos seguir. 
Erros do passado ajudam no presente, mas não nos indicam o futuro... 

Anteriormente eu estranhava este tipo de coisa... coincidências chamam-lhes. 
Cepticismo...e eu era crente e praticante. 
Hoje, o que eu estranho é conseguir percebê-las "se as juntar aos poucos" como que para construir algo. Por outro lado, talvez eu esteja apenas a ser muito imaginativo como sempre creio ter sido e gosto de ser. 

Analisando de forma mais fria, devo estar apenas um pouco afectado pelas mudanças eminentes (e desejadas) à minha frente... 
Reconheço que algumas certamente não passam de meros efeitos colaterais das minhas iniciativas mas, na maioria, acho que são efeitos do próprio acaso. 

Alguns preferem chamar este tipo de coisa de "sina", "destino", "karma"... ou apenas meras coincidências mesmo. 
É sempre bom quando nos sentimos também algo de bom, ao cruzar o caminho de alguém... 

Quando desisti de lutar contra a maré e passei a deixar-me levar pelos efeitos deste tipo de coincidências, sem nenhuns planos prévios, as mudanças na minha vida começaram a acontecer em ritmo exponencial e gradual... até tentei pisar um pouco o travão para tentar situar-me, entender a situação, mas é sempre difícil perceber o que o futuro nos reserva para que possamos almejar, e controlar o que queremos na vida. 
Não sou diferente de ninguém, tenho planos e já fiz a minha cota parte neste mundo, mas ... anseia-se sempre por mais, e ainda bem! 

No campo profissional, esta teoria deu certo a tal ponto que até agora tenho dificuldades em acreditar faço certas coisas, o que me obriga a "segurar um pouco" a corda, como eu disse, para me tentar situar...e aguentar! 

Já pensei em jogar de novo, e arriscar, mas é difícil... 

É o que tenho feito desde de que concluí há algum tempo atrás, quando tive a "coragem" de me divorciar e até separar, que já não tinha mais nada a perder, via um quase total e absoluto fracasso com relação a alguns dos objectivos que tinha desde a infância, desiludido com tudo o que tentei construir, sentindo-me até desiludido em relação a tudo o que me fizeram, traído por alguns dos valores em que acreditava e sempre com o peso de que ao desfazer-me da minha "vida" podia estar a levar outras comigo para o ralo.
Tenho um filho no qual penso sempre, e é por ele que muitas vezes travo situações que me vão surgindo...
Mas pior será um dia sentir que o uso como "defesa pessoal" para cá não chegar ninguém... 


Abraçar as oportunidades às cegas sem saber no que isso iria dar... deu no que deu. 
Não me arrependo em nada... 
Até me sinto bem melhor...cada vez mais. 

Talvez não passe de um homem solitário que chegou a estar perdido num mundo frio, há algum tempo, conformado de que não havia nesse mundo, ninguém como eu e que isso não me tornava mais especial ... 
Talvez me viesse a tornar uma aberração...ou ainda venha. 
Talvez por isso eu, durante algum período de tempo tenha optado pela "solidão", mesmo que hoje sinta que reprimia algumas das minhas emoções, ao invés de lutar por outra "ilusão" no campo afectivo. 

Tratar uma mulher como mero objecto é o supra-sumo do que se pode apelidar de comportamento pobre. 
Quase todos os homens gostam de mulheres. 
É inevitável, faz parte da natureza masculina... 
Só que para isso, acho que temos de aprender a reconhecer o que cada uma tem de especial. 
Todas as mulheres têm seus encantos próprios, pessoais e únicos. 
Saber reconhecer e admirar esses encantos é saber desfrutar da verdadeira beleza de cada uma. 
Deixar que isso surja de forma natural, sem anseios de qualquer tipo é algo de bom... 

Hoje estou bem...quem me vai conhecendo percebe isso. 
Voltarei a reconhecer ainda mais encantos... 


Queria saber até onde posso ir
Queria conhecer os teus olhos e o teu sorrir
Aprender contigo aquilo que não sei
Perguntar como amigo o que nunca perguntei
E saber se existe amor entre nós
Não quero ser, não sou capaz
De ser mentira e aliás toda a verdade é que não sei até onde posso ir

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Prepotência...

Eu próprio creio ser arrogante, mas como o afirmo regularmente, está bem medida essa minha arrogância! Ainda assim consigo falar de forma civilizada com a maioria das pessoas,seja de forma virtual ou real...
E sem isso, a minha pseudo-humanidade nem sempre evolui: não há trocas de ideias, nem aprendizagem mútua. 
Estive a ler faz poucos dias, algo sobre alguns princípios religiosos de algumas religiões e li algo sobre os Hindus. 
Lá na Índia, é bastante usual uma pessoa sentir-se bem a falar sobre seus valores, explicar sobre as coisas que acredita, sobre seus princípios e eles, por sinal são muito curiosos quanto aos valores e princípios uns dos outros... princípios de cada um, respeitados, admirados e principalmente, compreendidos. 
Aqui, neste lado do mundo "virtual", o que normalmente mais vale é o individualismo, o orgulho próprio e outras coisas parecidas... 
Ao contrário da Índia, aqui o que mais conta é a aparência das coisas... a todo e qualquer custo. 
Deve ser uma forma de não se sentir tão ineficaz perante o facto de que "sozinhos", nada se pode fazer para de facto ser o que realmente se deseja. 
Assim, com pouco sentido, como que numa luta pela sobrevivência, apelamos para uma "agressividade" sem lógica, gratuita... muitas vezes para nos mostrar-mos... numa ânsia de pareceremos ser mais do que somos, porém, esse efeito é normalmente momentâneo e normalmente traz alguns efeitos contrários e muito mais avassaladores a longo prazo. 
Poderia ser conotada com a Ignorância, mas isso teria de ser tudo descrito de uma forma mais abrangente...
E sinceramente....não tenho muita vontade.
"And I'm holding on tight
To a world gone astray
As they charge me for years
I can no longer pay"





When The Crowds Are Gone.

I don't know where the years have gone

Memories can only last so long
Like faded photographs, forgotten songs
And the things I never knew
When the skin is thin, the heart shows through
Please believe me what I tell you is true

Where's the light, turn then on again
One more night to believe and then
Another note for my requiem
A memory to carry on
The story's over when the crowds are gone

All my friends have been crucified
They made life a long suicide true
Guess we never figured out the rules
But I'm still alive and my fingers feel
I'm gonna play on till the final reel's through
And read the credits from a different view

Where's the lights, turn them on again
One more night to believe and then
Another note for my requiem
A memory to carry on
The story's over when the crowds are gone

When the crowds are gone
And I'm all alone
Playing the saddest song
Now that the lights are gone
Turn them on again
One more time for me my friend
Turn them on again

I never wanted to know
Never wanted to see
I wasted my time till time wasted me
Never wanted to go
Always wanted to stay
Cause the persons I am are the parts that I play
So I plot and I plan
Hope and I scheme
To the lure of a night
Filled with unfinished dreams
And I'm holding on tight
To a world gone astray
As they charge me for years
I can no longer pay

And the lights
Turn them off my friend
And the ghosts
Well just let them in
Cause in the dark
It's easier to see

sábado, 22 de outubro de 2011

Quando tudo se desmorona...

Escrevi coisas que não devia...

Senti coisas que não deveria...

Eliminei este blog...

Assumo tudo o que escrevi, assumo os meus erros...a  Raiva falou mais alto...

As minhas desculpas...